O Centro Cultural Gonzagão, em Aracaju, foi palco de um momento histórico para a cultura sergipana. Nos dias 30 e 31 de janeiro, o espaço recebeu a 1ª Teia Sergipe de Pontos e Pontões de Cultura pela Justiça Climática, reunindo fazedores e fazedoras de cultura de diferentes territórios do estado em um grande encontro de articulação, diálogo e fortalecimento da Política Nacional de Cultura Viva.
A CUFA Sergipe esteve presente por meio do seu Ponto de Cultura, o programa Mosaico Cultural (@mosaicocultural.se), contribuindo ativamente para as discussões e reafirmando o compromisso da instituição com o fortalecimento das expressões culturais periféricas e comunitárias.
A programação promoveu trocas de experiências, debates, apresentações artísticas e a construção coletiva de estratégias para ampliar o acesso às políticas públicas culturais. O evento também marcou a formação da nova Comissão de Cultura e a escolha dos delegados e delegadas que representarão Sergipe na 6ª Teia Nacional, reforçando a participação democrática e o protagonismo dos territórios na formulação das ações culturais.
Para a presidente da CUFA Sergipe, Verônica Paiva, a Teia representa um passo importante na consolidação da cultura como ferramenta de transformação social. “Essa representação coletiva reafirma o protagonismo dos territórios e a diversidade das expressões culturais sergipanas no cenário nacional da Cultura Viva”, destacou.

Além das deliberações políticas, a Teia foi marcada por ricas apresentações culturais, que evidenciaram a pluralidade, a criatividade e a potência artística de Sergipe. A diversidade de linguagens e manifestações reforçou a cultura como expressão de identidade, resistência e pertencimento.
A participação da CUFA Sergipe no encontro reforça o papel da instituição como agente ativo na defesa do acesso à cultura, no incentivo às produções periféricas e na construção de redes colaborativas que ampliem oportunidades para jovens, artistas e coletivos em todo o estado.
A 1ª Teia Sergipe deixa como legado o fortalecimento dos Pontos de Cultura e a certeza de que a cultura viva nasce e se transforma a partir dos territórios.
Por Diretoria de Comunicação CUFA Sergipe